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Agrese decide revogar portaria que suspendia cobrança de tarifa mínima da Iguá Sergipe

Ministério Público e Governo do estado discutem acordo com a Iguá Sergipe A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese) decidiu ...

Agrese decide revogar portaria que suspendia cobrança de tarifa mínima da Iguá Sergipe
Agrese decide revogar portaria que suspendia cobrança de tarifa mínima da Iguá Sergipe (Foto: Reprodução)

Ministério Público e Governo do estado discutem acordo com a Iguá Sergipe A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese) decidiu revogar a portaria que suspendia a cobrança de tarifa mínima, nos municípios atendidos pela Iguá Sergipe, por conta da intermitência no abastecimento de água. A medida faz parte de um acordo junto com o Ministério Público do Estado (MPSE) e a Iguá Sergipe, firmado nesta quarta-feira (20). Durante a vigência da portaria, publicada em 27 de abril deste ano, a Iguá Sergipe deve cobrar apenas pelo volume de água registrado no medidor da unidade e o consumidor paga apenas o valor efetivamente consumido, proporcionalmente à tarifa mínima cobrada. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 SE no WhatsApp No entanto, a revogação só será formalizada no Diário Oficial do Estado após a Iguá protocolar a desistência do recurso administrativo que havia interposto contra a portaria. A Iguá Sergipe afirmou que vai se posicionar sobre o assunto após a publicação do documento da revogação da portaria pela Agrese. Torneira seca Reprodução/TV Gazeta Sobre o acordo O objetivo do acordo firmado entre os órgãos é a regularização do abastecimento de água e intermitências registradas no estado. Em contrapartida à revogação, a Iguá assumiu uma série de obrigações voltadas à proteção dos usuários, como compensações financeiras, novos investimentos na infraestrutura, medidas operacionais para melhoria do abastecimento e mecanismos de acompanhamento e fiscalização. O acordo firmado não anula as multas que a Agrese já aplicou contra a Iguá, que totalizam R$ 6 milhões, nem impede o andamento de ações civis públicas já ajuizadas ou de novas investigações.